Primeiro Ano
Ideias primárias e secundárias
Mensagens explícitas e implícitas
Trovadorismo
Palavras primitivas
Palavras Derivadas
Segundo Ano
Terceira fase do Romantismo: Principais características
Conclusão da Redação dissertativa
Termos integrantes da Oração
O Diário de Anne Frank - Mensagem transmitida
Pronomes
Partes da Dissertação
Terceiro Ano
Movimento Modernista
Elementos do artigo de opinião
Colocação Pronominal
Concordância Verbal e Nominal
"Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo."Henry Ford
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
A Importância da Leitura
Atividade: Escreva nos comentários, um parágrafo explicativo sobre cada figura. O texto deverá ter 5 parágrafos.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
O Pequeno Príncipe
O Pequeno Príncipe
Link para acessar.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger.
Fontes: Google Imagens e Livros e Fuxicos
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Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger.
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Dicas para lidar com mal comportamento na sala de aula
Escrito por marianne moro
|
Traduzido por lara scheffer Fonte
Manter um
ambiente de sala de aula propício à aprendizagem pode ser difícil. Se um
ou mais alunos atrapalharem a aula, o mal comportamento pode prejudicar
outros alunos ou diminuir o tempo destinado às atividades acadêmicas.
Em vez de esperar enquanto o mal comportamento de um aluno recai sobre o
resto da classe (ou no professor), a direção da escola pode tomar
medidas preventivas para manter os alunos produtivos e felizes.
Mantenha uma lista detalhada de mal comportamento
Observe os alunos com problemas
comportamentais. Para corrigir alunos indisciplinados ou que falam
muito, mantenha um diário indicando o mal comportamento, sua frequência e
como exatamente ele se manifesta (assediando outros alunos durante o
almoço, gritando na aula). Listando os ataques quando eles ocorrem, os
professores e outros funcionários podem descobrir padrões que causam o
comportamento. Isso dá a eles uma informação concreta em vez de
acusações gerais que podem ser mal entendidas pelos alunos, pais e
conselheiros. Uma descrição específica e irrefutável do comportamento
geralmente resultará em uma discussão produtiva com o aluno ao invés de
negação.
Proponha regras na sala de aula
Os alunos precisam saber que
comportamentos são aceitáveis e os que não serão tolerados desde o
primeiro dia de aula. Os professores devem escrever uma lista de regras
apropriada para a idade dos estudantes antes do primeiro dia de aula e
colocá-la em um comunicado no quadro ou em outra área comum. Uma carta
incluindo essas regras pode ser enviada aos pais para que eles assinem.
Se parâmetros claros estiverem estabelecidos no começo do ano letivo, os
alunos serão menos propensos a se comportarem mal. Professores do
ensino fundamental podem instituir uma série de recompensas para toda a
classe pelo bom comportamento, como uma pizza ou uma aula especial de
filmes.
Ajuste o ambiente de estudo
Crie um ambiente de aula
proativo com várias atividades a fim de manter os alunos envolvidos.
Crianças e adolescentes adoram desafios e variedades, então palestras e
leitura todos os dias pode despertar o pior nos alunos mais inquietos.
Organize grupos de estudo, faça com que os alunos ajudem uns aos outros
para promover a amizade entre os colegas e envolva-os na seleção de
algumas atividades e tarefas de casa. Seja claro sobre a transição entre
uma atividade e outra, e tenha materiais para a nova tarefa disponíveis
antes que a antiga acabe. Deixe os alunos se voluntariarem a ajudar em
atividades transicionais, como entregar livros ou conferir estações de
trabalho no laboratório de informática.
Conheça os talentos de cada aluno
Mesmo em uma turma grande e
urbana existem maneiras para os professores identificarem e reconhecerem
os interesses e personalidade de cada aluno. Prepare formulários para
que eles preencham listando seus assuntos favoritos e hobbies. Em vez de
punir um aluno que é ruim em matemática e não gosta da aula de álgebra,
foque em seu interesse em artes ou em leitura. Passe um pouco mais de
tempo desenvolvendo uma relação com os alunos e nutrindo seus talentos
enquanto oferece ajuda com os assuntos que eles acham mais difíceis.
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Comportamento
terça-feira, 15 de maio de 2012
Orações Subordinadas Adjetivas - 9º ano - Aula Programada Exercícios sobre a Tirinha
No intuito de compreender melhor sobre o referido assunto, é
essencial que entendamos sobre os aspectos referentes ao conceito de
todo e qualquer termo.
Por que orações subordinadas?
As mesmas conceituam-se como tal, em função da relação de dependência estabelecida entre a primeira e a segunda oração.
Observe:
Desde que chegamos, não cessaram as visitas.
Analisando o sentido do enunciado linguístico presente nas mesmas, obtemos:
Desde que chegamos – A oração torna-se sem sentido quando dita aleatoriamente.
Já em: Não cessaram as visitas – A oração por si só possui requisitos essenciais para que seja dotada de sentido.
Desta forma, o termo “subordinação” retrata a dependência de sentido que a primeira oração tem com a segunda.
Quanto ao termo “adjetivas”, o mesmo decorre pelo fato de as orações desempenharem a função de adjetivos. Perceba:
O menino que estava alegre ganhou um brinquedo.
Notamos que “alegre” é uma característica referente ao substantivo menino.
De acordo com a classificação, as subordinadas adjetivas subdividem-se em: Restritivas e Explicativas.
Uma análise mais detalhada facilitará bastante a compreensão. Por isso, atente-se para as orações a seguir:
Os cães que são peludos necessitam de um cuidado maior - Oração subordinada adjetiva restritiva.
Inicialmente, devemos entender que “cães” fazem parte de um conjunto complexo que é representado por animais quadrúpedes, mamíferos, carnívoros, entre outros.
Porém, o adjetivo peludo representa somente uma subclasse desses animais, pois existem raças que não são peludas. Daí o conceito de restritivas, uma vez que restringe somente a uma determinada raça.
São Paulo, que é a maior metrópole brasileira, apresenta vários problemas sociais.
Notamos que o termo disposto entre vírgulas representa uma verdade universal, isto é, faz parte de um conhecimento comum a todas as pessoas. Portanto, o mesmo representa uma informação mais detalhada sobre a cidade de São Paulo. Daí a denominação de explicativas.
Analisemos outro exemplo:
Santos Dumont, que foi o inventor do 14 Bis, tornou-se um marco na nossa história.
Fato semelhante ocorre nesta oração, uma vez a expressão grafada entre vírgulas caracteriza a subordinada explicativa.
Portanto, partindo deste pressuposto, é possível que não tenhamos mais dúvidas em classificá-las corretamente.
Por Vânia DuarteGraduada em LetrasEquipe Brasil Escola Fonte
Por que orações subordinadas?
As mesmas conceituam-se como tal, em função da relação de dependência estabelecida entre a primeira e a segunda oração.
Observe:
Desde que chegamos, não cessaram as visitas.
Analisando o sentido do enunciado linguístico presente nas mesmas, obtemos:
Desde que chegamos – A oração torna-se sem sentido quando dita aleatoriamente.
Já em: Não cessaram as visitas – A oração por si só possui requisitos essenciais para que seja dotada de sentido.
Desta forma, o termo “subordinação” retrata a dependência de sentido que a primeira oração tem com a segunda.
Quanto ao termo “adjetivas”, o mesmo decorre pelo fato de as orações desempenharem a função de adjetivos. Perceba:
O menino que estava alegre ganhou um brinquedo.
Notamos que “alegre” é uma característica referente ao substantivo menino.
De acordo com a classificação, as subordinadas adjetivas subdividem-se em: Restritivas e Explicativas.
Uma análise mais detalhada facilitará bastante a compreensão. Por isso, atente-se para as orações a seguir:
Os cães que são peludos necessitam de um cuidado maior - Oração subordinada adjetiva restritiva.
Inicialmente, devemos entender que “cães” fazem parte de um conjunto complexo que é representado por animais quadrúpedes, mamíferos, carnívoros, entre outros.
Porém, o adjetivo peludo representa somente uma subclasse desses animais, pois existem raças que não são peludas. Daí o conceito de restritivas, uma vez que restringe somente a uma determinada raça.
São Paulo, que é a maior metrópole brasileira, apresenta vários problemas sociais.
Notamos que o termo disposto entre vírgulas representa uma verdade universal, isto é, faz parte de um conhecimento comum a todas as pessoas. Portanto, o mesmo representa uma informação mais detalhada sobre a cidade de São Paulo. Daí a denominação de explicativas.
Analisemos outro exemplo:
Santos Dumont, que foi o inventor do 14 Bis, tornou-se um marco na nossa história.
Fato semelhante ocorre nesta oração, uma vez a expressão grafada entre vírgulas caracteriza a subordinada explicativa.
Portanto, partindo deste pressuposto, é possível que não tenhamos mais dúvidas em classificá-las corretamente.
Por Vânia DuarteGraduada em LetrasEquipe Brasil Escola Fonte
1. A resposta dada a Honi – filha de Hagar e Helga – no primeiro quadrinho, é um período composto.
a. Identifique suas orações que compõem o período.
b. Que termo da primeira oração é retomado na segunda pelo pronome relativo?
c. Houve a elipse do pronome relativo no início da segunda e da
terceira oração subordinada. Reescreva o período, acrescentando o
pronome relativo para introduzir essas orações.
d. Observe as orações introduzidas pelo pronome relativo e responda:
houve especificação ou generalização do termo antecedente ao pronome.
Explique.
e.Classifique as orações introduzidas pelo pronome relativo.
2. Observe a resposta de Helga no segundo quadrinho e responda: para Helga, o homem perfeito existe? Explique.
Pronome Relativo
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Oração Subordinada Adjetiva,
Pronome Relativo
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Leitura 2º Bimestre 2º Anos
Análise do Livro Inocência
Literatura: 5 livros para entender o Romantismo
Entre os principais conteúdos cobrados nas provas de Literatura
dos vestibulares do País, se destaca o Romantismo. O movimento, que se
desenvolveu na Europa na virada dos séculos XVIII para XIX, teve início
no Brasil no ano de 1836, com a publicação de Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães.
Para o professor Vanderlei Vicente, dos cursos Unificado e PV Sinos, o
vestibulando deve ter em mente algumas características da escola, como a
idealização das relações e do caráter humano, o sentimentalismo
exacerbado e, no Brasil, uma presença marcante do elemento indígena. O
professor selecionou cinco dos principais romances do período, para
ajudar a compreender a prosa romântica na literatura brasileira:
A Moreninha(1844), de Joaquim Manuel de Macedo - "Este
romance merece atenção do estudante, por ser considerado o primeiro
romance romântico brasileiro. Na obra, Augusto sente-se preso a uma
promessa de amor feita anos atrás, o que o torna inconstante frente a
outras possibilidades de relacionamento. Ao se apaixonar por Carolina,
ele tem a doce surpresa: ela era a menina com quem havia trocado juras
de amor no passado e que considerava digna de seu amor".
O Guarani(1857), de José de Alencar - "Este é o primeiro
romance de temática indianista publicado pelo autor, que estabelece uma
visão idealizada sobre a formação do povo brasileiro através do índio
Peri e da portuguesa Cecília. A idealização do indígena fica evidente
nas ações de Peri, que, em certo momento da obra, chega a oferecer-se
para o sacrifício para salvar sua amada Ceci. No final do romance, a
permanência de Ceci com Peri na selva dá um caráter fundador ao texto".
Inocência (1872), de Visconde de Taunay - "Uma das mais
exploradas temáticas do Romantismo é a do amor proibido. Essa é a tônica
do romance Inocência, que explora a paixão entre os personagens Cirino,
um falso médico que atendia no interior do Brasil; e Inocência, jovem
prometida por seu pai a um morador da região, Manecão Doca. Num desfecho
trágico, a morte de Cirino impede a consagração do amor e,
provavelmente, serve como motivador para a morte da melancólica
Inocência".
A Escrava Isaura(1875), de Bernardo Guimarães - "Este
romance apresenta a trajetória de Isaura, escrava paradoxalmente clara
que é perseguida por seu senhor, Leôncio. Após fugir para o Nordeste,
Isaura conhece e apaixona-se por Álvaro. O desfecho do romance é mais
que feliz: Álvaro liberta Isaura das mãos de Leôncio ao pagar dívidas
deste e tomar-lhe os bens. Vale lembrar que a obra obteve importância em
sua trajetória por tratar de um tema polêmico para a época: a
escravidão".
Memórias de um Sargento de Milícias(1853), de Manuel Antônio de Almeida
- "Publicado em pleno Romantismo, paradoxalmente, uma das principais
virtudes deste romance é o fato de ele fugir aos clássicos clichês
românticos. Leonardo, visto como uma espécie de anti-herói (o narrador
chega a afirmar que o protagonista escolhera ser um vadio), ascende na
hierarquia militar com o apoio do major Vidigal. Os personagens
apresentam valores questionáveis como se percebe na figura do padre (que
se envolve com uma cigana), na mãe de Leonardo (que abandona a família e
foge com um amante) ou mesmo de Vidigal (que ajuda Leonardo por ter
interesses pessoais envolvidos)".
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Obras Literárias
Leitura 2º Bimestre 3º Ano - Macunaíma: Mário de Andrade
Organização do tempo para a sua leitura:
142 páginas - 15 dias lendo 10 páginas por dia!
O esquema-roteiro para a análise crítico-interpretativa de um romance, proposto é o seguinte:
a) Leitura lúdica para contato com a obra. Essa leitura é feita pelo aluno inicialmente.
b) Fixação da Impressão ou impressões mais vivas provocadas pela leitura. Essas impressões levarão à determinação do tema.
c) Fixação do tema ( idéia central, eixo nuclear da ação).
d) Leitura reflexiva norteada pelo tema, e pelas idéias principais pressentidas na obra. É durante esta segunda leitura da obra que se Inicia a análise propriamente dita, pois é o momento em que devem ser fixadas as características de cada elemento estrutural.
e) Anotação meticulosa de como os elementos constitutivos do romance foram trabalhados para Integrarem a estrutura global.
Esta anotação deverá obedecer, mais ou menos, a um roteiro disciplinador:
1) Análise dos fatos que integram a ação (Enredo).
2) Análise dos traços característicos daqueles que vão viver a ação (Personagens).
3) Análise da ação e personagens situadas no meio-ambiente em que se movem (Espaço).
4) Análise do encadeamento da ação e personagens numa determinada seqüência temporal (Tempo).
5) Análise dos meios de expressão de que se vale o autor: narração, descrição, monólogos, intervenções do autor, gênero literário escolhido, foco narrativo, linguagem, interpolações, etc.
Fonte: Escola Vesper
Análise Literária
A obra literária é a representação perfeita da relação entre o homem e o mundo em que vive. Vigora na literatura uma correspondência bastante acentuada entre o sofrimento do sujeito enquanto ser agente, metafísico e o local da ação, espaço material e mensurável. Essa dicotomia é que contribui para a criação da obra de arte e é o que gera o conflito que vai desencadear um desfecho de acordo com a intencionalidade do criador. Para atingir essas condições, Rubem Fonseca quebra os padrões convencionais da estrutura narrativa em “Relato de ocorrência em que qualquer semelhança não é mera coincidência”.
Nesse conto, é narrada a história de um acidente que ocorre numa BR, envolvendo um ônibus, que atropela uma vaca, que morre logo em seguida. Os moradores das cercanias, ao verem o acidente, correm na direção do ocorrido. A princípio, pensa-se que vão procurar meios para socorrerem as vítimas. Mas não é que acontece. Eles correm é para aproveitar a carne da vaca morta, e deixam as vítimas à mercê da sorte.
Para desenvolver tal enredo, o autor imbrica duas formas de relatar os fatos da história: estilo de jornal e a narrativa pertencente ao gênero literário. “Na madrugada do dia três de maio, uma vaca marrom caminha na ponte do Rio Coroado, no quilômetro 53, em direção ao Rio de Janeiro”. Nesse fragmento, estão presentes os elementos que constituem o texto jornalístico: o local, a data, o fato, os envolvidos, como forma de comprovação dos acontecimentos. O texto só passa a assumir a estrutura da narrativa literária a partir do sexto parágrafo, quando Elias, uma das personagens do conto, dá início às ações que vão se desenrolar na ponte, local do acidente. “O desastre foi presenciado por Elias Gentil dos Santos e sua mulher Lucília, residente nas cercanias. Elias manda a mulher apanhar um facão em casa. Um facão? Pergunta Lucília.” .
Esse procedimento de unir o jornalístico e a narrativa literária não só contribui para a verossimilhança da história, como também revela um menor grau de formalidade na atitude de narrar, já que se trata de um texto que segue os padrões modernistas. O texto foge ao estilo machadiano, por exemplo. Contudo não deixa de externar a natureza e o comportamento do homem diante dos seus problemas. Rubem Fonseca, nesse conto, apresenta um realismo marcado através da análise de uma situação que revela a intenção de mostrar pessoas preocupadas apenas em matar a fome, fato que representa a realidade de uma grande parte da população.
A onisciência do narrador é percebida através da expressão dos sentimentos das personagens e do modo como os fatos são focalizados. O narrador parece acompanhar cada detalhe dos acontecimentos. “Surge Marcílio da Conceição. Elias olha com ódio para ele. Aparece também Ivonildo de Moura júnior. E aquela besta que não traz o facão! Pensa Elias. Ele está com raiva de todo mundo, suas mãos tremem. Elias cospe no chão várias vezes, com força, até que sua boca seca.” A presença do discurso indireto livre nesse fragmento vem reforçar a expressão da angústia que toma conta de Elias no momento em que os vizinhos também chegam para desfrutar a carne do animal.
Como se pode perceber, as personagens do conto Relato de ocorrência em que qualquer semelhança não é mera coincidência não são apenas um elemento da estrutura narrativa, mas habitantes da realidade ficcional, os quais representam seres que se confundem, em nível de recepção, com o ser humano e sua complexidade. Para criar essa realidade, o autor, sabendo que personagem representa pessoa, o faz através dos recursos lingüísticos, uma vez que se constrói a personagem ficcional por meio das palavras e, quanto ao modo como essa linguagem aparece no texto, nota-se claramente a marca da oralidade no processo da construção do discurso. Nesse conto, tanto narrador, quanto personagem possuem o mesmo nível na utilização da palavra. Isso porque se trata de uma forma de não distanciar lingüisticamente as personagens do narrador. É através da linguagem que, ao lermos o conto de Rubem Fonseca, nos deparamos com uma simulação do real, criada a partir da cosmovisão do autor.
Considerando que um texto é um tecido, em que todos os elementos que o compõem devem estar entrelaçados para que exista significação, o conto de Rubem Fonseca é a representação concreta dessa assertiva. Desde o foco narrativo até o espaço, tudo se encaixa de modo a favorecer a coerência dos episódios narrados. A história é contada em terceira pessoa, por um narrador que presencia todos os acontecimentos. Essa é uma forma cinematográfica de construir o enredo e, com esse procedimento narrativo, o leitor se coloca em contato mais direto com os fatos narrados. O espaço onde se passa a história, a ponte, exerce um papel importante uma vez que, por representar um local perigoso, aparece como o lugar onde ocorre o acidente, deixando várias vítimas sem vida.
Toda a história se passa em um curto intervalo de tempo, de modo linear.
Tudo acontece “Na madrugada do dia três de maio...” Como se pode notar, trata-se de um tempo cronológico, em que os fatos se dão numa ordem natural, isto é, do início para o final. Primeiro, acontece o acidente; depois, os moradores vão em busca da carne da vaca, que morre atropelada e, para finalizar a história, todos tiram proveito da situação. É, pois, o tempo um elemento responsável pela organização dos fatos no enredo desse conto.
Fonte: www.paratexto.com.br
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Paródia
Paródia !
Versão
Musica : Fugidinha
Vou para escola porque quero aprender,
Estudo portugues porque isso dá prazer
E a matematica por que é exata ?
Presto atenção para entender ...
Na biologia o livro ja ta na mão
Sociologia é a socialização
Na filosofia dobro as fantasias
Aceito os conselhos da razão
To morrendo de vontade de passar
Nao sei mais quanto tempo mais vou suporta
mais pra gente conseguir alcançar o saber
já pensei e sei o que devo fazer
O jeito é se afasta um pouco do PC
O jeito é dar uma estudada pra valer
Se voce quer saber o que vai acontece
Primeiro Agente estuda e depois vai ver TV. ( biz 2x)
2 Versão - ORIGINAL
Tô bem na parada ninguém consegue entender
Chego na balada todos param pra me ver
Tudo dando certo mas eu tô esperto
Não posso botar tudo a perder
Sempre tem aquela pessoa especial
Que fica na dela sabe seu potencial
E mexe comigo isso é um perigo
Logo agora que eu fiquei legal
Tô morrendo de vontade de te agarrar
Não sei quanto tempo mais vou suportar
Mas pra gente se encontrar ninguém pode saber
Já pensei e sei o que devo fazer
O jeito é dar uma fugidinha com você
O jeito é dar uma fugida com você
Se você quer saber o que vai acontecer
Primeiro a gente foge depois a gente vê
O jeito é dar uma fugidinha com você
O jeito é dar uma fugida com você
Se você quer saber o que vai acontecer
Primeiro a gente foge depois a gente vê
Denise Magalhães e Luana Mota
Ano: 2°C Noturno Escola Estadual Professor Alicio Araújo
Versão
Musica : Fugidinha
Vou para escola porque quero aprender,
Estudo portugues porque isso dá prazer
E a matematica por que é exata ?
Presto atenção para entender ...
Na biologia o livro ja ta na mão
Sociologia é a socialização
Na filosofia dobro as fantasias
Aceito os conselhos da razão
To morrendo de vontade de passar
Nao sei mais quanto tempo mais vou suporta
mais pra gente conseguir alcançar o saber
já pensei e sei o que devo fazer
O jeito é se afasta um pouco do PC
O jeito é dar uma estudada pra valer
Se voce quer saber o que vai acontece
Primeiro Agente estuda e depois vai ver TV. ( biz 2x)
2 Versão - ORIGINAL
Tô bem na parada ninguém consegue entender
Chego na balada todos param pra me ver
Tudo dando certo mas eu tô esperto
Não posso botar tudo a perder
Sempre tem aquela pessoa especial
Que fica na dela sabe seu potencial
E mexe comigo isso é um perigo
Logo agora que eu fiquei legal
Tô morrendo de vontade de te agarrar
Não sei quanto tempo mais vou suportar
Mas pra gente se encontrar ninguém pode saber
Já pensei e sei o que devo fazer
O jeito é dar uma fugidinha com você
O jeito é dar uma fugida com você
Se você quer saber o que vai acontecer
Primeiro a gente foge depois a gente vê
O jeito é dar uma fugidinha com você
O jeito é dar uma fugida com você
Se você quer saber o que vai acontecer
Primeiro a gente foge depois a gente vê
Denise Magalhães e Luana Mota
Ano: 2°C Noturno Escola Estadual Professor Alicio Araújo
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1º Ano,
2012,
2º Ano,
2ºBimestre,
Lìngua Portuguesa
sábado, 20 de agosto de 2011
Trabalho de Literatura - 2º C Escola Prof. Alício Araújo - Parabéns aos alunos!
O Romantismo foi marcado por dois acontecimentos históricos importantes: as Revoluções Industrial e Francesa. A vida social estava dividida: a burguesia industrial e o surgimento da classe operária, os proletariados.
A burguesia ganhava poder e o capitalismo se desenvolvia cada vez mais, enquanto os impérios feudais e a aristocracia que dependia deles encontrava-se em situação de calamidade. Era o fim do absolutismo na Europa, causado pelos dois movimentos revolucionários, citados anteriormente, e o início da industrialização, que se espalhou por toda Europa.
O ideal da Revolução Francesa de liberdade, igualdade e fraternidade alcançou a América Latina e foi um marco para um período de independência nas colônias da Espanha e Portugal. Assim, temos as independências de: Paraguai, Argentina, Venezuela, Chile, Equador, Peru, México, Brasil, América Central, Bolívia e Uruguai.
Já na literatura, a fase romântica rompe com a tradição clássica, imposta pelo período árcade, e apresenta novas concepções literárias, dentre as quais podemos apontar: a observação das condições do estado de alma, das emoções, da liberdade, desabafos sentimentais, valorização do índio, a manifestação do poder de Deus através da natureza acolhedora ao homem, a temática voltada para o amor, para a saudade, o subjetivismo.
Os principais autores românticos no Brasil são:
• Poesia: Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Junqueira Freire, Fagundes Varela, Castro Alves, Sousândrade.
• Prosa: Joaquim Manuel de Macedo, Manuel Antônio de Almeida, José de Alencar.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
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2º Ano,
2ºBimestre,
Literatura,
Trabalhos de Alunos
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Romantismo: Segunda Geração Vídeo produzido pelos Alunos
Literatura - 2º Ano Escola Estadual Professor Alício Araújo 2º Bimestre 2011
Parabéns!
Parabéns!
Orientações Ortográficas
Emprego de S, Ç, X e dos Dígrafos Sc, Sç, Ss, Xc, Xs
Existem diversas formas para a representação do fonema /S/. Observe:
Emprega-se o S:
Nos substantivos derivados de verbos terminados em "andir","ender", "verter" e "pelir"
Exemplos:
| expandir- expansão | pretender- pretensão | verter- versão | expelir- expulsão |
| estender- extensão | suspender- suspensão | converter - conversão | repelir- repulsão |
Emprega-se Ç:
Nos substantivos derivados dos verbos "ter" e "torcer"
Exemplos:
| ater- atenção | torcer- torção |
| deter- detenção | distorcer-distorção |
| manter- manutenção | contorcer- contorção |
Emprega-se o X:
Em alguns casos, a letra X soa como Ss
Exemplos:
- auxílio, expectativa, experto, extroversão, sexta, sintaxe, texto, trouxe
Emprega-se Sc:
Nos termos eruditos
Exemplos:
- acréscimo, ascensorista, consciência, descender, discente, fascículo, fascínio, imprescindível, miscigenação, miscível, plebiscito, rescisão, seiscentos, transcender, etc.
Emprega-se Sç:
Na conjugação de alguns verbos
Exemplos:
- nascer- nasço, nasça crescer- cresço, cresça descer- desço, desça
Emprega-se Ss:
Nos substantivos derivados de verbos terminados em "gredir", "mitir", "ceder" e "cutir"
Exemplos:
| agredir- agressão | demitir- demissão | ceder- cessão | discutir- discussão |
| progredir- progressão | transmitir- transmissão | exceder- excesso | repercutir- repercussão |
Emprega-se o Xc e o Xs:
Em dígrafos que soam como Ss
Exemplos:
- exceção, excêntrico, excedente, excepcional, exsudar
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Que - Funções da Partícula
As funções morfossintáticas da partícula que
O termo “que” pode pertencer a categorias gramaticais diferentes e exerce funções sintáticas diferentes.
Vejamos, separadamente, cada uma das funções do que:
a) pronome interrogativo: faz referência a pessoas (substantivo) ou a coisas (adjetivo).
Exemplos: O que ocorreu nesta sala? (substantivo)
Que tema você escolheu? (adjetivo – acompanha o substantivo)
b) pronome relativo: refere-se a um termo anterior.
Exemplo: As crianças que gostam de fabricar seu próprio brinquedo se mostram mais criativas no futuro.
c) pronome adjetivo indefinido: tem sentido de “quanto”, “quantas”.
Exemplo: Que horas são agora?
d) conjunção coordenativa aditiva: liga orações e tem valor próximo da conjunção “e”.
Exemplo: Diz que diz, mas não faz nada!
e) conjunção coordenativa explicativa: valor próximo de “pois”.
Exemplo: Devemos nos amar, que o ódio consome e destrói a alma.
f) conjunção subordinativa integrante: introduz oração subordinada substantiva.
Exemplo: Ficou claro que você não vai mais discutir o mesmo assunto. /
g) conjunção subordinativa causal: valor próximo de “porque”.
Exemplo: Corram, que o tornado está próximo da nossa cidade!
h) conjunção subordinativa temporal: valor próximo de “desde que”.
Exemplo: Cinco anos passaram que dali fomos embora.
i) conjunção subordinativa concessiva: valor próximo de “embora”, “ainda que”
Exemplo: Que não gostem de nosso companheirismo, continuaremos unidos!
j) conjunção subordinativa consecutiva: exprime conseqüência.
Exemplo: Tanto pediu que foi atendido.
k) Substantivo: quando se refere à própria partícula “que”. Vem acentuado por ser monossílabo tônico, acompanhado ou de artigo ou de palavra com valor de adjetivo.
Exemplo: Este livro tem um quê de instigação e mistério.
l) Interjeição: exprime surpresa, espanto e vem acentuado:
Exemplo: Quê! Você foi ao casamento?
m) partícula de realce: não prejudica a estrutura sintática se retirado.
Exemplo: Que vontade que tenho de conversar com você às vezes.
n) preposição: substitui a preposição “de” quando acompanhada dos verbos ter e haver.
Exemplo: Tenho que vestir algo apropriado.
Há que se perceber o equívoco.
Fonte
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Texto Narrativo - Fábula
Texto Narrativo
A narração consiste em arranjar uma seqüência de fatos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa.
O texto narrativo é baseado na ação que envolve personagens, tempo, espaço e conflito. Seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo.
Dessa forma, o texto narrativo apresenta uma determinada estrutura:
Esquematizando temos:
- Apresentação;
- Complicação ou desenvolvimento;
- Clímax;
- Desfecho.
Protagonistas e Antagonistas
A narrativa é centrada num conflito vivido pelos personagens. Diante disso, a importância dos personagens na construção do texto é evidente.
Podemos dizer que existe um protagonista (personagem principal) e um antagonista (personagem que atua contra o protagonista, impedindo-o de alcançar seus objetivos). Há também os adjuvantes ou coadjuvantes, esses são personagens secundários que também exercem papéis fundamentais na história.
Narração e Narratividade
Em nosso cotidiano encontramos textos narrativos; contamos e/ou ouvimos histórias o tempo todo.
Mas os textos que não pertencem ao campo da ficção não são considerados narração, pois essas não têm como objetivo envolver o leitor pela trama, pelo conflito.
Podemos dizer que nesses relatos há narratividade, que quer dizer, o modo de ser da narração.
Os Elementos da Narrativa
Os elementos que compõem a narrativa são:
- Foco narrativo (1º e 3º pessoa);
- Personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante);
- Narrador (narrador-personagem, narrador-observador).
- Tempo (cronológico e psicológico);
- Espaço.
Fonte: Brasil Escola
Fábulas:
terça-feira, 10 de maio de 2011
Elementos do processo de Comunicação e Funções da Linguagem -2º Bimestre 1º Ano
Entre no link abaixo para saber mais sobre o conteúdo, assista também aos vídeos e depois poste um comentário a respeito das Funções da Linguagem, escolha a função que você mais usa em seu dia-a-dia e argumente.
http://profgraciele.blogspot.com/2010/06/elementos-do-processo-de-comunicacao-e.html
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Dificuldades da Língua em Uso - Fonologia 2ºBimestre
"pobrema" e "renegerar"
Muitas pessoas no Brasil dizem "pobrema". A pronúncia oficial, no entanto, deve ser sempre como se grafa a palavra: pro-ble-ma.
Há um comercial de televisão com uma atriz muito conhecida. Em certa altura de sua fala, ocorre uma troca de sílabas, nem sempre perceptível:
Se a vaca pudesse escolher um hidratante
pra proteger o couro dela, era Tom Bom.
Ela ia falar assim, ó: ‘Tooom Booom’.
Tom Bom é um creme que penetra e renegera cada fibra,
deixando o couro vivo, macio, doidinho pra brilhar...
pra proteger o couro dela, era Tom Bom.
Ela ia falar assim, ó: ‘Tooom Booom’.
Tom Bom é um creme que penetra e renegera cada fibra,
deixando o couro vivo, macio, doidinho pra brilhar...
A atriz Denise Fraga, que fez o comercial, relatou que foi preciso convencer o pessoal da agência de publicidade para a qual fez o comercial a aceitar renegera no lugar de regenera. O resultado ficou delicado e interessante.
A ciência que se ocupa desses desvios de pronúncia é a fonoaudiologia. Em depoimento ao programa, a fonoaudióloga Sandra Pela fala a respeito do assunto:
"Para a produção efetiva dos sons da fala, algumas estruturas são necessárias. O ar vem dos pulmões, passa pela laringe e produz som nas pregas vocais. Esse som é então modificado no trato vocal ou na caixa de ressonância. O trato vocal é que dá a característica específica de cada som.
Por exemplo: se o ar sai mais pelo nariz do que pela boca, temos os sons nasais, como na pronúncia das letras ‘ m’ e ‘n’. Se o som é produzido durante o fechamento dos lábios, temos os sons das letras ‘p’ e ‘b’.
Por exemplo: se o ar sai mais pelo nariz do que pela boca, temos os sons nasais, como na pronúncia das letras ‘ m’ e ‘n’. Se o som é produzido durante o fechamento dos lábios, temos os sons das letras ‘p’ e ‘b’.
Quando esse mecanismo da fala está alterado, temos um fenômeno que é conhecido, atualmente, como dislalia ou distúrbio articulatório. Antigamente era chamado de rotacismo.
No caso das crianças, o problema pode ser decorrência de um atraso no desenvolvimento e de alterações na habilidade motora ou no comando do sistema nervoso central. No caso dos adultos, podemos pensar em trocas articulatórias dos fonemas - como falar ‘Cráudia’ em lugar de ‘Cláudia’, ou de sílabas, como no caso do comercial mencionado. A pessoa faz essa alteração muitas vezes em decorrência do seu meio cultura".
Como vimos, o problema tem explicação científica e há solução para ele. A pessoa pode fazer um tratamento para aprender a empostar a voz, a pronunciar melhor as palavras. O importante é que ninguém seja discriminado por isso.
Artes: Egito, Grécia e Roma 2º Bimestre
A arte no Egito Antigo
Ao longo do rio Nilo e principalmente na região norte -- o Delta - ; e na região sul dos rios Eufrates e Tigre, desenvolveram-se as primeiras civilizações. No Egito desenvolveu-se um povo com uma cultura bastante peculiar, pois na maior parte de sua história manteve pouco contato com outras civilizações. Na mesopotâmia desenvolveram diversas civilizações e portanto podemos encontrar uma manifestação cultural um pouco mais diversificada.
No entanto não espere encontrar grandes diferenças, pois a cultura dos povos da Antigüidade Oriental foi caracterizada pelo pragmatismo.
O Pragmatismo
Consideramos uma cultura como pragmática quando o comportamento , a produção intelectual ou artística de um povo é determinada por sua utilidade. Os homens dessas civilizações possuíam uma mentalidade voltada exclusivamente voltada para a praticidade e, do ponto de vista artístico, realizaram obras que pudessem ter utilidade.
Essa utilidade não é necessariamente material, pode ser ideológica, política ou religiosa.
Mesmo a produção de objetos de luxo -- braceletes, colares, ou vestimentas com tecidos finos -- serviam para a distinção social e ao mesmo tempo utilizavam-se de referências religiosas ou militares, ou seja, possuíam uma utilidade ideológica.
Escultura
A grandiosidade foi a característica marcante na arquitetura de egípcios e mesopotâmicos, refletindo a força do Estado Teocrático. As principais obras foram Palácios e Templos, que representavam o poder da elite dessas duas regiões: a nobreza e os sacerdotes. No Egito destaca-se ainda a construção de túmulos, uma vez que os egípcios acreditavam na vida após a morte, e por isso os faraós e os membros da elite eram enterrados em grandes túmulos, levando consigo vários objetos e inclusive serviçais para a nova vida.
Nesse contexto é que encontramos as pirâmides, construções monumentais que atraem e fascinam qualquer indivíduo até hoje, inclusive pelo misticismo que as envolvem. Para a maioria das pessoas falar em Egito é pensar em pirâmides.
Qual seria sua reação se um amigo lhe dissesse:
Passei uma semana de férias no Egito, mas não fui conhecer as pirâmides.
Parece algo impossível !
Apesar dessa fascinação é bom lembrar-mos que as pirâmides serviram de túmulos para alguns faraós. Poucos. A construção de pirâmides no Egito foi uma exceção em sua longa história. Como os faraós eram enterrados com grande riqueza, as pirâmides passaram a ser alvo de ladrões, fazendo com que fosse abandonada a idéia de novas construções.
A partir de então, foram construídos os hipogeus, túmulos subterrâneos, cobertos pela terra. As grandes obras foram construídas com pedras, o que em parte explica sua longa duração.
Na Mesopotâmia destaca-se a construção de Zigurates, grandiosos templos, na forma de sacadas e com escadarias nas laterais. Nos zigurates ou ao seu redor desenvolvia-se a atividade comercial.
Poucas obras da arquitetura mesopotâmica sobreviveram ao tempo, ou por que na sua maioria eram construídas com tijolos de barro, ou devido as inúmeras guerras vividas pela região. As principais obras sobreviventes são de origem Persa.
A escultura
As principais estátuas da região da mesopotâmia representam homens em pé, e são chamadas de "oradores", onde destacam-se a face e principalmente os olhos. No entanto, os relevos foram a principal expressão artística da região, não só pelas carcterísticas artísticas, mas para a compreensão da história e da religiosidade dos povos.
A escultura
Na mesopotâmia a ourivesaria era uma das atividades artísticas mais importantes e apesar das guerras e dos constantes saques que ocorreram na região, tesouros de alguns reis foram preservados.
A arte na Grécia Antiga
As manifestações artísticas no mundo grego alcançaram notável desenvolvimento, refletindo as tradições e as principais transformações que ocorreram nessa sociedade ao longo da antigüidade.
A arte grega è antropocentrica, preocupada com o realismo, procurou exaltar a beleza humana, destacando a perfeição de suas formas, è ainda racionalista, refletindo em suas manifestações as observações concretas dos elementos que envolvem o homem.
A arte Pré Helênica
A arte cretense chegou até nós a partir das ruínas do Palácio de Cnossos, e demonstra a influência das civilizações do Oriente Próximo, como a grandiosidade do próprio palácio, assim como as características da pintura, principalmente as figuras humanas, normalmente caracterizadas pela cabeça em perfil e os olhos de frente; o corpo de frente e as pernas de perfil.
A arte micênica caracterizou-se principalmente pelo desenvolvimento da arquitetura, tendo como modelo o megaron micênico (sala central do palácio de Micenas) e pelo desenvolvimento do artesanato em cerâmica, onde encontramos figuras decorativas, retratando cenas do cotidiano. Apesar da forte influência cretense, a arte micênica tendeu a desenvolver elementos peculiares, iniciando uma distanciação das influências orientais.
Homens e deuses na arte grega
Para compreendermos melhor as manifestações artísticas dos gregos é necessário retomar a importância da religião e de sua manifestação na vida humana.
A MITOLOGIA significa o estudo dos mitos, ou seja , o estudo da história dos deuses. Isso quer dizer que, para os gregos, cada deus nasceu em um certo momento e desenvolveu sua vida com características próprias. Mais, os gregos deram representavam os deuses com a forma humana e principalmente acreditavam que possuíam virtudes e defeitos.
A religião grega dava grande valor aos deuses ao mesmo tempo em que dava grande valor aos homens. Por isso sua cultura é considerada antropocêntrica, individualista e racional; é ainda hedonista, possibilitando ao homem a realização de obras de que reflitam seus sentimentos internos, produzindo por prazer, sem ser utilitarista, como vimos na cultura antiga oriental, pragmática.
A arquitetura grega
A principal manifestação da arquitetura foram os templos gregos.
O fato de serem politeístas e de acreditarem na semelhança entre deuses e homens, criou uma expressão religiosa singular no Mundo Grego, sendo que os templos dos mais variados deuses se espalharam por todas as cidades gregas.
Os templos eram construídos normalmente sobre uma plataforma de um metro de altura chamada estereóbato.
Os edifícios públicos também têm importância arquitetônica e refletem as transformações [políticas vividas pelas principais cidades gregas, como Atenas.
A utilização de colunas de pedra é uma das características marcantes da arquitetura grega, sendo responsável pelo aspecto monumental das construções.
A princípio as colunas obedeceram a dois estilos: o Dórico, mais simples e "mais pesado" , e o Jônico, considerado "mais suave". No século V surgiu o estilo Coríntio, considerado mais ornamentado, refinado. Foi neste século V , também conhecido como século de ouro ou ainda século de Péricles, que a arquitetura conheceu seu maior desenvolvimento, tendo como grande exemplo o Partenon de Atenas, do arquiteto Ictino.
A escultura grega

Entre os séculos XI e IX a.C. a escultura produziu pequenas obras, representando figuras humanas, em argila ou marfim. Durante o período arcaico a pedra tornou-se o material mais utilizado, comum nas simples estátuas de rapazes ( Kouros) e de moças (Korés) e ainda refletiam a influência externa.
O apogeu da escultura ocorreu no período clássico, durante o século V , quando as obras ganharam maior realismo, procurando refletir a perfeição das formas e a beleza humana, e posteriormente ganharam dinamismo, como se percebe no Discóbolo de Miron.
A arte grega è antropocentrica, preocupada com o realismo, procurou exaltar a beleza humana, destacando a perfeição de suas formas, è ainda racionalista, refletindo em suas manifestações as observações concretas dos elementos que envolvem o homem.
A arte Pré Helênica
A arte cretense chegou até nós a partir das ruínas do Palácio de Cnossos, e demonstra a influência das civilizações do Oriente Próximo, como a grandiosidade do próprio palácio, assim como as características da pintura, principalmente as figuras humanas, normalmente caracterizadas pela cabeça em perfil e os olhos de frente; o corpo de frente e as pernas de perfil.
A arte micênica caracterizou-se principalmente pelo desenvolvimento da arquitetura, tendo como modelo o megaron micênico (sala central do palácio de Micenas) e pelo desenvolvimento do artesanato em cerâmica, onde encontramos figuras decorativas, retratando cenas do cotidiano. Apesar da forte influência cretense, a arte micênica tendeu a desenvolver elementos peculiares, iniciando uma distanciação das influências orientais.
Homens e deuses na arte grega
A MITOLOGIA significa o estudo dos mitos, ou seja , o estudo da história dos deuses. Isso quer dizer que, para os gregos, cada deus nasceu em um certo momento e desenvolveu sua vida com características próprias. Mais, os gregos deram representavam os deuses com a forma humana e principalmente acreditavam que possuíam virtudes e defeitos.
A religião grega dava grande valor aos deuses ao mesmo tempo em que dava grande valor aos homens. Por isso sua cultura é considerada antropocêntrica, individualista e racional; é ainda hedonista, possibilitando ao homem a realização de obras de que reflitam seus sentimentos internos, produzindo por prazer, sem ser utilitarista, como vimos na cultura antiga oriental, pragmática.
A arquitetura grega
O fato de serem politeístas e de acreditarem na semelhança entre deuses e homens, criou uma expressão religiosa singular no Mundo Grego, sendo que os templos dos mais variados deuses se espalharam por todas as cidades gregas.
Os templos eram construídos normalmente sobre uma plataforma de um metro de altura chamada estereóbato.
Os edifícios públicos também têm importância arquitetônica e refletem as transformações [políticas vividas pelas principais cidades gregas, como Atenas.
A utilização de colunas de pedra é uma das características marcantes da arquitetura grega, sendo responsável pelo aspecto monumental das construções.
A princípio as colunas obedeceram a dois estilos: o Dórico, mais simples e "mais pesado" , e o Jônico, considerado "mais suave". No século V surgiu o estilo Coríntio, considerado mais ornamentado, refinado. Foi neste século V , também conhecido como século de ouro ou ainda século de Péricles, que a arquitetura conheceu seu maior desenvolvimento, tendo como grande exemplo o Partenon de Atenas, do arquiteto Ictino.
A escultura grega
O apogeu da escultura ocorreu no período clássico, durante o século V , quando as obras ganharam maior realismo, procurando refletir a perfeição das formas e a beleza humana, e posteriormente ganharam dinamismo, como se percebe no Discóbolo de Miron.
Arte Romana
Entre as civilizações do mundo antigo, a dos romanos é, sem dúvida, aquela a que mais temos acesso, uma vez que eles nos deixaram um vasto legado literário, que nos permite traçar sua història com uma riqueza de detalhes que nunca nos cansamos de admirar. Paradoxalmente, no entanto, poucas questões são mais difíceis de responder do que a que fazemos a seguir: "O que é a arte romana?" O gênio romano, tão facilmente identificàvel em qualquer outra esfera de atividade humana, torna-se estranhamente enganoso quando perguntarnos se existiu um estilo romano nas artes. Por que isso acontece? A razão mais òbvia é a grande admiração que os romanos tinharn pela arte grega de todos os tipos e períodos. Não só importavarn milhares de originais de épocas anteriores e deles fazian um número ainda maior de cópias, como também as suas pròprias criações eram clararnente baseadas em fontes gregas, sendo que muitos de seus artístas erarn de origem grega. Mas, além da temática diferente, o fato é que, coino um todo, a arte criada sob o patrocínio romano parece nitidamente diferente da arte grega e apresenta qualidades positivas não gregas que expressarn diferente intenções. Assim, não devemos insistir em avaliar a arte romana segundo os padrões da arte grega, perto da qual poderia parecer, superficialmente, uma fase final e decadente.
O Império Romano foi uma sociedade extraordinariamente aberta e cosmopolita, que absorveu os traços regionais num modelo comum totalmente romano, homogêneo e diversificado ao mesmo tempo. A "romanidade" da arte romana deve ser buscada nesse modelo complexo, e não numa única e consistente qualidade formal.
(Janson, H. W e Janson, Antony F. Iniciação á História da Arte. São Paulo, Livraria Martins Fontes Editora.)
Arquitetura
A arquitetura romana mesclou influências etruscas, gregas, com as característica de sua própria civilização, principalmente a partir do século II a.C., quando as conquistas romanas possibilitaram a formação de uma elite enriquecida e ao mesmo tempo fortaleceu o Estado.
Dos etruscos herdaram as técnicas que lhes permitiram a utlizazação do arco e da abóbada. Dos gregos herdaram as concepções clássicas dos estilos Jônio, Dório e coríntio, aos quais associaram novos estilos, como o toscano.
No enanto, a arquitetura romana, se foi fortemente influenciada pela cultura grega, desenvolveu, por sua vez obras que retratavam uma nova realidade, diferente daquela vivida por gregos, em qualquer período de sua história. Nesse sentido destaca-se a imponência e a grandiosidade das construções romanas, refletindo as conquistas e a riqueza desta sociedade - templos, basílicas, anfiteatros, arcos de triunfo, colunas comemorativas, termas e edifícios administrativos - eram obras que apresentavam dimensões monumentais.
Os romanos ainda construíram aquedutos que transportavam água limpa até as cidades e também desenvolveram complexos sistemas de esgoto para dar vazão à água servida e aos dejetos das casas.
Da mesma maneira encontramos obras particulares, mansões nas cidades e em seus arredores, refletindo a riqueza de patrícios e posteriormente dos homens novos. O enriquecimento proveniente das conquista foi responsável pelo desenvolvimento do gosto pelo luxo, e pode ser percebido também nas construções.
Escultura
A influência grega fez com que surgissem em Roma os copistas, que retratavam com extrema fidelidade as principais obras clássicas, de homens consagrados como Fídias e Praxítel
O racionalismo e a fidelidade ao real orientaram a produção da estatuária romana e serviram para satisfazer o desejo de glorificação pessoal e de comemoração de conquistas e grandes feitos. Proliferaram no âmbito dessa arte romana os bustos, retratos de corpo inteiro e estátuas equestres de imperadores e patrícios, os quais passaram desse modo à posteridade.
A narração de fatos históricos e a reprodução de campanhas militares tomou forma nos relevos que se desenvolveram na fachada de templos e dos Arcos de triunfo.
Pintura
O conhecimento sobre a pintura romana deve-se em grande parte a descoberta de Pompéia, cidade que foi soterrada pela erupção do Vesúvio no ano 79 e descoberta no século XVIII. Encontramos na cidade diversas pinturas, de caráter decorativo, ornamentando os palácios e os aposentos das residências, reproduzindo paisagens, a fauna, a flora e cenas bucólicas; também retratavam seus habitantes, com grande fidelidade.
Rococó - 2ºBimestre
O Rococó
INTRODUÇÃO
O rococó é um estilo que desenvolveu-se no sul da Alemanha e Áustria e principalmente na França, a partir de 1715, após a morte de Luís XIV. Também conhecido como "estilo regência", reflete o comportamento da elite francesa de Paris e Versailles, empenhada em traduzir o fausto e a agradabilidade da vida. O nome vem do francês rocaille (concha), um dos elementos decorativos mais característicos desse estilo, não somente da arquitetura, mas também de toda manifestação ornamental e de adereços. O estilo conheceu grande desenvolvimento entre 1715 e 1730, durante a regência de Filipe de Orléans.
Existe uma alegria na decoração carregada, na teatralidade, na refinada artificialidade dos detalhes, mas sem a dramaticidade pesada nem a religiosidade do barroco. Tenta-se, pelo exagero, se comemorar a alegria de viver, um espírito que se reflete inclusive nas obras sacras, em que o amor de Deus pelo homem assume agora a forma de uma infinidade de anjinhos rechonchudos. Tudo é mais leve, como a despreocupada vida nas grandes
cortes de Paris ou Viena.
ARQUITETURA
Igreja da Peregrinação de Wies - Séc. XVIII - Steigaden
A arquitetura rococó é marcada pela sensibilidade, percebida na distribuição dos ambientes interiores, destinados a valorizar um modo de vida individual e caprichoso. Essa manifestação adquiriu importância principalmente no sul da Alemanha e na França. Suas principais características são uma exagerada tendência para a decoração carregada, tanto nas fachadas quanto nos interiores. As cúpulas das igrejas, menores que as das barrocas, multiplicam-se. As paredes ficam mais claras, com tons pastel e o branco. Guarnições douradas de ramos e flores, povoadas de anjinhos, contornam janelas ovais, servindo para quebrar a rigidez das paredes.
Palacio do Belvedere - Viena
O mesmo acontecia com a arquitetura palaciana. A expressão máxima dessa tendência são os pequenos pavilhões e abrigos de caça dos jardins. Construídas para o lazer dos membros da corte, essas edificações, decoradas com molduras em forma de argolas e folhas transmitiam uma atmosfera de mundo ideal. Para completar essa imagem dissimulada, surgiam no teto, imitando o céu, cenas bucólicas em tons pastel. Na metade do século, o "estilo Pompadour" já constituiu uma variante do rococó: curvas e contra curvas animam as paredes e os ritmos decorativos, afirma-se a assimetria, a trama linear invade tudo. As Vilas construídas para a favorita de Luís XV sugerem a evolução de um gosto que se desenvolve com pequenas oscilações.
Os móveis, importantíssimo complemento da construção arquitetônica, assumem uma transcendência particular. De um lado isto decorre da exigência, de determinados arranjos. De outro lado a variedade cromática, devido ao emprego de madeiras raras marchetadas, ornadas de frisos dourados, é acompanhada pelo requinte de suas linhas. Acompanha tudo isso o gosto pelos bibelôs.
ESCULTURA
Igreja do mosteiro de Rohr - Irmãos Asam
Devido ao grande desenvolvimento decorativo, a escultura ganha importância. Os escultores do rococó abandonam totalmente as linhas do barroco. Suas esculturas são de tamanho menor. Embora usem o mármore, preferem o gesso e a madeira, que aceitam cores suaves. Os motivos são escolhidos em função da decoração. Até artistas famosos, principalmente aqueles ligados a manufatura de Sèvres se apressam a preparar para ela, desenhos e modelos. Em função de lembrança, do souvenir, os pequemos grupos representam cenas de gênero e narram, com linguagem espontânea e cores luminosas, episódios galantes, brincadeiras e jogos infantis.
Virgem com o menino - Jean Baptiste Pigalle
Nas igrejas da Baviera surge o teatro sacro. Altares com iluminação a partir do fundo, decorados com cenários carregados de anjos, folhas e flores, são a referência ideal para cenas religiosas de uma inegável atmosfera de ópera.
Deve-se destacar também que é nessa época que surge com um vigor inusitado a indústria da escultura de porcelana na Europa, material trazido do Extremo Oriente, na esteira do exotismo tão em voga nessa época. Esse delicado material era ideal para a época, e imediatamente surgiram oficinas magistrais nessa técnica, em cidades da Itália, França, Dinamarca e Alemanha.
PINTURA
A toilete de Vênus - de François Boucher
A pintura rococó deixa de lado os afrescos a fim de dar lugar aos arrases que pendem macios das paredes e torna íntimo e discretos os ambientes; aproveita os recursos do barroco, liberando-os de sua pesada dramaticidade por meio da leveza do traço e da suavidade da cor. Agora o quadro tem pequenas dimensões, passando a ser colocado nas entreportas ou ao lado das janelas, onde antes eram colocados os espelhos. Por vezes os quadros têm um lugar reservado: são os cabinets de pintura, onde se reúnem os entendedores para apreciar as obras.
Festa do Amor - de Jean Antoine Watteau
O homem do rococó é um cortesão, amante da boa vida e da natureza. Vive na pompa do palácio, passa o dia em seus jardins e se faz retratar tanto luxuosamente trajado nos salões de espelhos e mármores quanto em meio a primorosas paisagens bucólicas, vestido de pastorzinho.
O Menino do Pião - de Jean Baptiste Siméon Chardin
As cores preferidas são as claras. Desaparecem os intensos vermelhos e turquesa do barroco, e a tela se enche de azuis, amarelos pálidos, verdes e rosa. As pinceladas são rápidas e suaves, movediças. A elegância se sobrepõe ao realismo. As texturas se aperfeiçoam, bem como os brilhos.
Existe uma obsessão muito particular pelas sedas e rendas que envolvem as figuras. Os retratos de Nattier e as cenas galantes de Fragonard são as obras mais representativas desse estilo.
O Beijo Roubado - Jean Honoré Fragonard
O material preferido para obter o efeito aveludado das sedas e dos brocados, a transparência das gazes e o esfumado das perucas brancas são os tons pastel. Esses pigmentos de cores diferentes, prensados na forma de pequenos bastões, ao serem aplicados sobre uma superfície rugosa vão se desfazendo e é preciso fixá-los com um líquido especial. Sem sombra de dúvida, é nesse período que a técnica do pastel atinge seu ponto máximo de excelência.
Fonte : HISTORIANET
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